Prática da Capoeira se fortalece em Escada

Dois eventos realizados no mês de agosto marcaram a importância da capoeira para a cultura escadense. O primeiro, realizado em 13 de agosto, valorizou as “vivências da capoeira com os mestres”. O encontro foi realizado pela Associação de Capoeira Liberdade Brasil, no bairro Jaguagibe, liderada pelo mestre Gibi e contou com participação de representação de municípios como Garanhuns, Caruaru, Ribeirão e outros.

Já neste final de semana (25 a 27) a associação de capoeira volta que o mundo dá realizou o Festival Nacional de Capoeira, uma junção de fórum de capoeira, destacando danças e batizado. Em outro evento, a Nzinga marcou um encontro feminino onde apenas mulheres foram protagonistas.

Dentre as atividades do festival, destacam-se: diálogo com Mestre Robson de Aracaju; Corcorã, da Bahia; Tchê de Recife. Tudo isso no no Fórum Nacional de Capoeira, que aconteceu no dia 25.

No sábado (26), durante o dia do Nzinga, no Cabo de Santo Agostinho, foram realizadas várias oficinas com a Mestra Jô, do Juazeiro da Bahia, Mestranda Selva, de Pernambuco; e contramestra Sapeca de Salvador e muita roda de capoeira.

A noite palestra com as oficineiras, uma representante do centro das mulheres do Cabo de Santo Agostinho, que abordaram a temática a mulheres na capoeira. Concluindo com o show da Mestranda Kalu, de São Paulo.

O evento teve desfecho no domingo (27) com Batizado de Capoeira que aconteceu na sede do Lions Club. Para um dos organizadores, o contramestre Ricardo Paiva, o evento foi extremamente positivo. “Todos saímos encantados e dispostos a defender a capoeira como elemento de mobilização e transformação e inclusão sócio-cultural”.

Representações da Bahia, Sergipe, Recife, Cabo de Santo Agostinho e de outros municípios do estado demonstraram a importância da capoeira como instrumento de mobilização e integração social. A organização do festival contou ainda com a participação da Monitora Pretinha, Monitora Kinha, sob a supervisão do Mestre Marco Angola.

“A capoeira sempre demonstrou tradição em Escada. Há pelo menos 20 anos tem sido uma prática constante em nosso município, especialmente, motivado pela garra e força da cultura afro em nossa cidade”, destacou o secretário de educação, professor John Kennedy.

Prefeitura de Escada: o trabalho vai continuar.

Um comentário

  1. Vamos dá mais valor a essa cultura, elaborar projetos que envolvam a Capoeira sempre é sucesso, sempre há jovens resgatados que deixam seus vícios para viver a Capoeira.

    Sou aluno da Associação de Capoeira Volta Que o Mundo Dá e fui um desses alunos, deixei muitas vezes de ir para os caminhos que meus “amigos” me chamavam para ir treinar Capoeira. Não me arrependo e sou muito grato a Deus por ter me concedido a graça de fazer parte dessa família e manter viva nossa cultura.

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