Educação Inclusiva avança nas escolas do município

José Mário de Souza Filho, 12 anos, aluno da turma do 4º ano na Escola Maria José Lucas, no Alto do Sacrifício. Se auto definia como incapaz de aprender a ler e escrever. Na sala de aula ele encontrou a professora Ângela Reis.

A professora percebeu que na verdade José Mário não enxergava o que era escrito na lousa por ter baixa visão (visão abaixo de 20% nos dois olhos). O processo de alfabetização de uma criança DV precisa ser repetido de forma contextualizada e significativa, de maneira que atinja os níveis diferentes do desenvolvimento visual de cada um.

Mário não conhecia as vogais, nem tampouco as consoantes. A partir deste diagnóstico, foram feitas algumas adaptações complementares e ajustes em seu material didático. De início, o aluno conheceu as vogais utilizando o alfabeto móvel, relacionando com o código Braille, o que facilitou o contato com a escrita através da leitura tátil, dando início ao processo de sua aprendizagem.

“Hoje, Utilizando a ‘cela braille’ (espaço retangular onde se produz um símbolo braile), o aluno José Mário tem evoluído de maneira eficaz no seu processo de aprendizagem, tanto em leitura quanto em escrita (construção de frases)”, declarou emocionada a professora Ângela Reis.

Prefeitura da Escada: o trabalho vai continuar.

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